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Por que resolvi empreender pela segunda vez

Publicado por Guta Tolmasquim

Quando decidi empreender a primeira vez, foi a Brand Gym que me escolheu e não o contrário.

Eu sabia que existia uma lacuna na interseção entre o mercado de branding e o de tecnologia — que na minha opinião ia crescer desassistido com relação a marca. Eu conseguia enxergar isso. Eu sabia que essas empresas iriam mudar o mundo e a forma como a gente consome e não aguentava pensar que elas fariam isso sem usar todo o potencial do branding. Então lá fomos nós descobrir como fazer branding para startups.

Quatro anos depois, vejo que a gente efetivamente desenvolveu um método para fazer branding para empresas de tecnologia.

O que acontece quando se mistura branding com tech?

É o encontro de essa-é-a-melhor-estratégia-de-branding com melhorar-a-performance-do-produto. É a interseção entre essa-cor-representa-a-marca com vamos-fazer-um-teste-A/B-para-ter-certeza. É o casamento entre encontrar-a-essência-da-marca com ter-evidências-que-sustentam-a-decisão.

Na prática, o que aconteceu foi que começamos a abraçar nosso lado analítico junto com nosso lado criativo. E com isso eu não conseguia mais sair de uma reunião, palestra, talk, podcast ou aula sem responder à pergunta “como a gente vai medir branding?”.

As pessoas sabem que branding dá resultado tanto que a pergunta é “como medir”. Eu olhava pros mais de 100 clientes da Brand Gym e via queda de CAC, ciclo de vendas mais rápido, mais levantada de mão de leads, redução de churn, engajamento do consumidor, aumento da busca orgânica. Eu sabia que branding trazia resultado, mas eu não conseguia medir, eu não conseguia provar.

Foi assim que percebi: existe uma segunda lacuna no mercado de branding.

Branding vai ser cada vez mais importante nas empresas porque os mercados estão ficando mais competitivos e a gente está numa economia orientada para os consumidores, assim a recorrência é o principal objetivo de negócio.

Marca contribui para esse resultado, mas branding nunca estará no lugar mais estratégico de empresas que operam com mentalidade analítica se a gente não conseguir metrificar isso. Por outro lado, essas empresas vão perder o lado emocional do vínculo com o consumidor se elas se afundarem em métricas que trazem retorno de curto prazo, mas não se tornam um investimento no longo prazo.

E lá vamos nós descobrir como a gente vai fazer para medir branding.

Eu percebi que eu estou num lugar privilegiado no mercado para começar, tenho acesso a conhecimento de tecnologia, de branding e ainda, tenho contato com muitos cases de criação de marca em empresas que medem seus resultados.

É mais fácil alguém neutro organizar o mercado pra criar uma forma de medir marca, alguém que não esteja em nenhuma empresa, mas que consiga ouvir várias pessoas para montar um processo que funcione para todas.

Assim nasceu o Purple Metrics: uma ferramenta para acompanhar o resultado de branding. Sim, é um software.

O Purple nasce dessa mistura dos dados com a criatividade, do azul com vermelho. Nasce dessas muitas empresas diversas que têm, juntas, a vontade de ter uma marca mais forte e branding em um lugar mais estratégico nas tomadas de decisão.

Eu sei que branding traz resultado. Você sabe que branding traz resultado. E juntos podemos provar.

É por isso que estou empreendendo pela segunda vez.

Conheça e assine o manifesto do Purple Metrics.

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